quarta-feira

Vai viajar?

Dicas


Revisão antes da viagem

Os itens que precisam ser checados antes de pegar a estrada


Revisão do motor antes da viagem


O mês de julho está chegando e, com ele, as tão aguardadas férias de inverno. É hora de planejar roteiros e despesas para curtir um momento de lazer sem preocupações. Mas para evitar riscos ou inconvenientes durante o trajeto da viagem, é importante que seu automóvel esteja em ordem.
Preparamos uma lista de itens importantes a serem checados antes de cair na estrada, mesmo para quem segue a rotina de manutenção recomendada pela fábrica. Contudo, atente ao tempo: a revisão não deve ser feita na véspera, já que se houver necessidade de substituição de alguma peça, muias vezes é impossível fazer isso de um dia para o outro. Confira:

 

Pneus

Não se esqueça de incluir o estepe na inspeção. No caso de haver uma ou mais bolhas, substitua imediatamente a unidade: é um indicativo de dano estrutural irreversível na carcaça, havendo sérios riscos de explosão, principalmente na estrada – onde o pneu é exposto a uma temperatura maior, elevando sua pressão interna.
Desgaste irregular na banda de rodagem é um indicativo de desalinhamento da suspensão, ou de uso de pressão inadequada no pneu por longos períodos. De acordo com a Resolução 558/80 do Código Nacional de Trânsito, os sulcos devem ter no mínimo 1,6mm de profundidade. É pouco se comparado a um pneu novo, com 8mm em média. Eles são vitais para a correta drenagem na banda de rodagem no caso de chuva, prevenindo a temida aquaplanagem.
Cheque a pressão de todos os pneus, e atente à quantidade de passageiros e bagagem que o carro irá carregar, pois quase todos os modelos exigem pressões diferentes para esta condição.

 

Rodas

Em rodas de ferro, procure amassados. Se a pressão de um pneu estiver mais baixa que os demais, é provável que a roda esteja amassada, permitindo a fuga de ar. O reparo é simples e pode ser feito por um bom borracheiro. Em rodas de liga, atente a quebras e trincas. Dependendo do caso, sua substituição pode ser necessária.

 

Triângulo, macaco e chave de roda

Não confira apenas se os itens estão no carro. Faça uma checagem de funcionamento: um triângulo com a haste de apoio quebrada não serve pra nada, por exemplo.

 

Alinhamento da suspensão e balanceamento das rodas

Muitas vezes são deixados de lado. O pior é que seus sintomas costumam aparecer somente em velocidades mais altas: vibrações ao volante, no caso de uma roda desbalanceada; ou direção desalinhada (o carro puxa para um dos lados), no caso de alinhamento fora das especificações de fábrica – que pode ocorrer quando o carro acerta um buraco ou a calçada.
>> Atenção: pneu cantando é sinal de desalinhamento e de perigo

 

Barulhos na suspensão

Rangidos, batidas secas ou ruídos que se assemelham a algo frouxo devem ser averiguados na autorizada. As condições de nosso pavimento podem levar a um desgaste de partes da suspensão antes do prazo previsto na revisão.

 

Fluidos

Na estrada, o motor é submetido a um esforço maior que no ciclo urbano. Por isso, é importante checar o nível, a validade de todos os fluidos e seus respectivos filtros, bem como a presença de vazamentos: líquido de arrefecimento, óleo do motor e transmissão, fluido de freio, direção hidráulica e embreagem, e nível do combustível do reservatório de partida a frio (carros flex). Se o prazo de troca de filtros e fluidos estiver próximo, não há mal em adiantá-lo.

 

Sistema elétrico

Confira se as lanternas, faróis e piscas estão funcionando corretamente. Substituir uma lâmpada queimada é algo rápido, e pode prevenir um acidente.

 

Sistema de limpeza dos vidros

Além do funcionamento dos limpadores e desembaçadores, confira o nível do reservatório de limpeza e o estado das palhetas. Se estiverem ressecadas, não farão o escoamento adequado da água. No dia da viagem, limpe bem os vidros: a sujeira reflete luz e dificulta a visão. Em carros sem ar-condicionado, não é má idéia levar um pano de algodão e um spray anti-embaçante. Na chuva farão grande diferença.

 

Outros itens

No caso de você não ter seguido as revisões por um motivo ou outro, confira também o estado destas peças, seja na concessionária ou em uma oficina especializada. São itens que podem estar funcionando aparentemente bem, mas que poderão apresentar falhas ao serem submetidos ao esforço maior do uso rodoviário: ??Sistema de ignição e injeção, molas e amortecedores, rolamentos de roda, pastilhas de freio, coifas e juntas homocinéticas e a correia dentada do motor, bem como seus respectivos rolamentos.
Fonte:Quatrorodas


quinta-feira

Guia de mecânica

  Cuidados básicos

 O que você pode fazer pelo seu carro



Como todo equipamento, um carro exige alguns cuidados básicos para ter uma vida mais longa. Se forem bem tratados, os veículos atuais podem rodar por muitos anos sem maiores problemas. Além disso, essas medidas preventivas, além de representar economia e segurança, garantem a valorização de seu patrimônio na hora da revenda. Clique nos itens abaixo e veja algumas dicas para conservar e prologar a aparência e a vida de seu carro.




 ALINHAMENTO


Junto com o balanceamento e o rodízio de pneus, o alinhamento é vital para a segurança, conservação e maior economia. Recomenda-se executar esses serviços a cada 10000 quilômetros para evitar o consumo prematuro dos pneus, o desequilíbrio do carro e o desgaste do sistema de suspensão e da direção.


ANTENAS


Ela ainda é um objeto visado por ladrões e vândalos. Se for do tipo telescópico, elétrica ou não, tome o cuidado de sempre recolhê-la antes de deixar o veículo. Se for do tipo rosqueado, retire e guarde dentro do carro em local que não seja visível do lado de fora. O melhor é parar sempre em um estacionamento de confiança.


BANCOS

 

Mesmo os revestidos de tecido sintético, que são bem mais resistentes, mancham. Vazamentos de produtos químicos, alimentos líquidos ou pastosos e barro encabeçam a lista dos maiores responsáveis pela sujeira. Para uma limpeza profunda, procure uma empresa de confiança para a lavagem. Os de plástico podem ser limpos com um pano úmido. Porém, é importante não deixar que a sujeira, ou a poeira em excesso, se acumule. Bancos revestidos de couro também necessitam de cuidados. Para limpá-los, use um pano umedecido. O couro de boa procedência é impermeável e não encharca, nem fica quebradiço com o tempo. O ideal é hidratar o couro com vaselina líquida a cada seis meses. Retire o pó e aplique a vaselina. Tire o excesso e espere três horas até o couro absorver o produto. Em regiões mais quentes e úmidas, essa manutenção deve ser feita a cada dois meses. Procure estacionar sempre à sombra, pois o sol tende a ressecar o couro, causando rachaduras irrecuperáveis em sua superfície.


CAMBAGEM

 

É o ajuste que determina o ângulo entre o chão e a linha vertical da roda. O controle dessa inclinação, que pode ser positivo ou negativo, influencia as características de rolamento das rodas. Um sinal de que existe problema na cambagem é o desgaste irregular dos pneus. Uma checagem nas rodas a cada 10000 quilômetros, incluindo aí o rodízio dos pneus, é indicada. Oficinas especializadas fazem a leitura da inclinação por meio de sensores eletrônicos. Havendo necessidade, o acerto é feito apertando ou soltando um jogo de parafusos no braço de suspensão da roda ou diretamente no eixo. O alinhamento e o balanceamento devem ser incluídos no ajuste para que o acerto seja realmente eficiente


CATALISADOR


É um dispositivo instalado no escapamento com a função de transformar substâncias poluentes em gases menos nocivos à atmosfera. Dependendo da qualidade do combustível utilizado, pode durar 80000 quilômetros. Porém, está sujeito a danos especialmente por estar instalado na parte inferior do veículo. Evite entrar em poças de água profundas e procure desviar de pedras maiores, que podem causar estragos. Catalisador danificado perde a eficiência, já que seus elementos internos, de cerâmica, se desfazem e não conseguem mais transformar os gases. E um novo custa bem caro.


CINTO DE SEGURANÇA
 


Peça fundamental para a segurança do motorista e dos passageiros e de uso obrigatório por lei. Verifique sempre se os engates e os pontos de fixação da peça estão bem conservados e presos. As tiras devem estar bem costuradas e sem folgas. Os mecanismos também devem ser constantemente lubrificados. A manutenção inclui uma limpeza regular. Um pano umedecido com um detergente suave é indicado para manter as tiras limpas.


EQUIPAMENTOS DE EMERGÊNCIA


 

Se não tiver estepe, extintor de incêndio e o triângulo de sinalização no carro, você pode ser multado, já que a legislação o obriga a tê-los. Equipamentos como macaco ou chave de roda são de apoio, mas não são obrigatórios. Porém, todos são de extrema utilidade e nunca podem faltar em um veículo. Cuide para que estejam sempre à mão e em plenas condições de uso. Estepe: Deve estar sempre calibrado e balanceado. Se precisar usá-lo e ele estiver murcho, prefira colocá-lo na parte traseira, instalando o pneu bem calibrado na frente. Extintor: Num incêndio, retire o lacre de inviolabilidade, levante a alavanca e aperte o gatilho na direção do fogo. Triângulo: Indica que um carro parado está com problemas. Deve ser colocado a uma distância de, no mínimo, 50 metros do veículo. Macaco: Atenção redobrada às instruções de uso que vêm no manual do proprietário. Macaco mal colocado pode causar acidentes. Chave de roda: A melhor é a do tipo cruzeta, que permite o uso dos pés para ajudar a soltar os parafusos da roda. Há outros itens que podem ser bastante úteis em emergências ou ocasiões imprevistas: luvas de tecido, panos para limpar as mãos e para forrar o chão (no caso de uma troca de pneu) ou os bancos e o porta-malas (quando for transportar algum objeto sujo ou molhado).


ESCAPAMENTO


Com o uso constante, sofre desgaste provocado pelos resíduos corrosivos de combustível e óleo e deve ser trocado sempre que apresentar buracos ou rachaduras, para não comprometer o bom desempenho do motor. Composto por câmaras de expansão, conversores catalíticos e tubos, é o sistema responsável por recolher e eliminar os gases queimados no processo de combustão no motor, bem como pela redução do nível de ruído produzido por seu funcionamento, graças a um silenciador interno. Ele abafa o ruído do escape. Dentro do silenciador, há tubos perfurados e defletores que desviam o fluxo do gás, reduzindo sua velocidade e a pressão. Isso diminui as vibrações e o ruído.


FARÓIS


 
A maioria dos motoristas não sabe, mas é necessário fazer revisões periódicas dos faróis do carro. As lâmpadas devem ser trocadas a cada dois anos, aproximadamente. Além disso, buracos e depressões nas cidades e estradas fazem com que os faróis percam a regulagem de fábrica em até três meses. Por isso, recomenda-se fazer uma revisão completa a cada noventa dias. Lembre-se: olhos ofuscados por luz alta podem demorar até meio minuto para se recuperar. Quanto maior a velocidade, maiores os riscos de acidentes.


FUSÍVEIS
 

São simples de trocar porque geralmente a caixa que os contém encontra-se em lugares de fácil acesso. O mais difícil é saber a que setor eles se referem. Por exemplo, se os faróis não acendem, a busca começa pelo quadro de fusíveis. Ele varia de lugar conforme o modelo do veículo. Para identificar a peça danificada, verifique um a um. Os queimados apresentam a fina lâmina interna rompida. Na dúvida, procure a informação no manual do proprietário (sempre uma leitura obrigatória), onde encontrará o esquema das posições de cada peça e seu equivalente. Em carros mais modernos, com eletrônica embarcada, a queima de fusíveis é mais rara. Em todo caso, é bom ter alguns de reserva no carro.


LATARIA


Nos carros atuais, ela já vem bem protegida de fábrica contra ferrugem e outros agentes nocivos ao metal. Também não é difícil conservar a lataria do veículo contra poeira ou barro. Contra acidentes ou vandalismo isso já é bem mais complicado. Riscos, batidas de porta em estacionamentos ou ainda pequenos amassados que aparecem por alguém ter encostado no carro acontecem com freqüência. O mais importante é não deixar o conserto para mais tarde. Isso pode significar prejuízos maiores que os da batida. Pequenos retoques, “martelinho de ouro” e outros recursos são facilmente encontrados em serviços de reparos rápidos para resolver esses problemas. Procure fazer sempre, no mínimo, dois orçamentos antes de ordenar o serviço.


LIMPADOR DE PÁRA-BRISA



É um equipamento de primeira necessidade. Seu bom funcionamento é sinônimo de segurança, em dias de neblina ou chuva. Verifique periodicamente a pressão do braço do limpador, a borracha das palhetas (se ela passa e deixa marcas no vidro, está na hora de trocá-las), bem como o jato do esguicho de água do pára-brisa.


LUZES


O bom funcionamento das luzes é fundamental em um veículo e pode evitar situações de perigo. E não só os faróis. Lanternas, piscas, luzes de freio e de ré, iluminação interna, luzes do painel, bem como a fonte de energia – a bateria –, devem ser constantemente checados para que não haja surpresas. No caso da bateria, observe se os cabos estão oxidados (geralmente há o acúmulo de um pó pastoso esbranquiçado), ou se estão frouxos ou soltos.


PINTURA



A pintura lisa ou sólida é a mais comum (e mais barata) e usa apenas pigmentos de cores. Utiliza-se laca ou esmalte para essa camada. Na pintura metálica, a tinta recebe a chamada carga de efeito, ou seja, laca acrílica e pigmentos de alumínio que deixam a superfície brilhante. A pintura perolizada leva pó de pérola e pigmento de mica (de origem mineral), que tornam as cores mais intensas. Embora a formulação das tintas tenha evoluído consideravelmente nos últimos tempos, tornando a superfície pintada mais resistente ao ataque de produtos químicos, certos cuidados devem ser tomados para mantê-la em ordem. Lave sempre que pegar poeira ou barro, após transitar em estradas de terra ou sob chuva. Não utilize querosene nem solvente. O ideal é usar um detergente bem suave, lavando e enxaguando rapidamente toda a superfície. Não deixe secar ao sol. Encerar e polir com regularidade, no mínimo a cada 90 dias, é importante para conservar a pintura e a boa aparência.


RODAS




Buracos e guias são os seus maiores inimigos. Elas amassam e entortam em choques mais fortes e só uma troca resolve o problema. Rodas em bom estado e pneus com especificação correta, devidamente calibrados, evitam desgastes, melhoram a segurança e economizam combustível. Para cada tipo de veículo, existem rodas com medidas adequadas para não prejudicar seu desempenho. Portanto, não é só a beleza que conta na hora de escolher rodas que não sejam originais de fábrica para seu carro.


TETO SOLAR
 


Esse equipamento exige um bom funcionamento das borrachas de vedação e lubrificação das articulações. É preciso ler o manual de cada fabricante com atenção, pois só ele contém as informações específicas para que você cuide bem do seu teto, prolongando sua vida útil. Quando o carro já sai de fábrica equipado com ele, não há problemas de desvalorização na hora da revenda. Atenção: o mesmo não acontece se o teto for colocado depois.


VIDROS


Para evitar riscos precoces, nunca ligue o limpador de pára-brisa quando o vidro estiver seco. Ele normalmente acumula poeira, óleo e outras sujeiras. Para lavar os vidros, utilize sempre muita água com detergente suave ou limpa-vidros e uma flanela macia. Não deixe que a sujeira se acumule. Eles devem estar sempre bem limpos para não prejudicar a visibilidade, principalmente, e contribuem com a boa aparência do veículo.
Fonte:quatrorodas

sábado


Insulfilm : 




Atualmente, a lei permite que seja aplicado o insul-film assim:

Parabrisas: NADA, apenas uma faixa de 25cm em cima
Portas Dianteiras: G35
Portas Traseiras e Vidros Laterais Traseiros: G20
Vidro Traseiro: G20
Mais escuro que isso NÃO É PERMITIDO!!!!

Film Espelhado Não é Permitido!!!!!

Aqui estão algumas partes da lei e termos mais técnicos!!!!!

Esse era um ponto a ser estudado novamente no CTB, mas o que temos de legislação para insulfilm hoje é que é permitido 75% de transparência para o pára-brisas, 70% no vidros dianteiros, 50% nos vidros laterais traseiros e no vidro-traseiro e 50% numa faixa de 25cm do pára-brisas(na parte superior do vidro, claro) conforme resolução nº 73 de 1998 que estabelece critérios para aposição de inscrições, painéis decorativos e películas não refletivas nas áreas envidraçadas dos veículos, de acordo com o CTB.



 Há  três tipos de películas automotivas: películas de proteção anti-vandalismo (antifurto), Insulfilm da linha econômica e o Insulfilm da linha profissional.

A película antifurto, além de contribuir para a redução da temperatura interna e gerar maior privacidade ao motorista ainda reforça o vidro tornando-o mais resistente, dificultando sua quebra e o acesso imediato ao interior do carro.   Fortalece o vidro original em até dez vezes e em caso de acidentes aumenta a proteção dos ocupantes impedindo seu estilhaça mento.

O Insulfilm é ainda a película automotiva mais procurada no mercado. Proporcionando maior privacidade, esta película também tem a finalidade de proteção solar por meio do escurecimento dos vidros, reduzindo o percentual de acesso dos raios ultravioletas tão nocivos á saúde humana.

A linha profissional do Insulfilm possui uma camada metalizada que dificulta riscos. Ja’ a linha econômica (tintada), mais fina e sem a camada extra fica mais vulnerável, facilmente exposta a danos.

Segundo o especialista Ronaldo Rodrigo Soares da Estação do Som de São Bernardo do Campo, as linhas profissional e econômica aparentemente são iguais e podem ser confundidas aos olhos do consumidor. A melhor maneira de comprovar se a película é ou não profissional é “sentir” o filme e verificar se a textura de ambos os lados são iguais.

A linha profissional tem em um dos lados a aplicação da camada anti-risco que não desliza tão facilmente e é  muito mais grossa do que a linha econômica.

Também durante a aplicação pode-se observar que a linha econômica elimina um líquido escuro, pois a tinta é na cola e não na película o que faz com que o insul film fique da cor roxa com o passar do tempo.

Quem já não viu nas ruas aquele carro com o filme cheio de bolhas e imperfeições? Soares afirma que o fato pode acontecer pela incorreta aplicação e descuidos de conservação, principalmente nas primeiras 48 horas após a aplicação, onde não se deve abrir e nem limpar os vidros.

Alem disso, cuidados com a primeira limpeza dos vidros também e’ primordial e só poderá ser feita com pano macio também após as 48 horas.

Recomenda-se utilizar pano umedecido e com detergente neutro somente quando o vidro estiver com aspecto realmente sujo. Produtos químicos e materiais ásperos como esponjas, jornal ou escovas também não devem ser utilizados pois comprometem sua garantia e conservação.

Os preços variam de acordo com o tamanho do carro e grau de dificuldade na instalação (vidros mais bolhados são mais caros).

Com a instalação em oficina especializada e tomando as devidas precauções com cuidados de conservação, a vida útil da linha profissional tem durabilidade de 5 a 10 anos.

 
Resolução Art. 73/98

Art. 1º. A aposição de inscrições ou anúncios, painéis decorativos e pinturas nas áreas envidraçadas das laterais e traseiras dos veículos, será permitida, se atendidas as seguintes condições:
I – o material deverá apresentar transparência mínima de 50% de visibilidade de dentro para fora do veículo;
II – o veículo deverá possuir espelhos retrovisores externos direito e esquerdo.
Art.2. A aplicação de película não refletiva nas áreas envidraçadas dos veículos automotores será permitida, se observadas as condições seguintes:
I – a transmissão luminosa do conjunto vidro-película não poderá ser inferior a 75% no pára-brisa e de 70% para os demais;
II – ficam excluídos dos limites fixados no inciso anterior, os vidros que não interferem nas áreas
envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade do veículo, desde que atendam, no mínimo, a 50% de
transmissão luminosa;
III – o veículo deverá possuir espelhos retrovisores externos direito e esquerdo.
§ 1o Consideram-se áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade do veículo:
I – área do pára-brisa excluindo uma faixa periférica superior de 25 centímetros de largura que se sobrepõe à área ocupada pela banda degrade, caso existente;
II – as áreas correspondentes das janelas das portas dianteiras esquerda e direita;
III – as áreas dos quebra-ventos fixos ou basculantes, caso existentes.
§ 2o A marca do instalador e o índice de transmissão luminosa existente em cada conjunto vidro-película, serão gravados indelevelmente na película por meio de chancela, devendo ser visível pelos lados externos dos vidros.



A fiscalização do insul-film pode ocorrer tanto pela verificação da chancela ou pelo uso de um equipamento chamado “opacímetro”, que mede a quantidade e a intensidade de luz que consegue transpor o vidro do veículo, o qual ainda não está disponibilizado no Paraná, mas existe dizeres que no Rio de Janeiro este medidor é utilizado na Vistoria Anual, a qual também, todos os anos comentam da realização em São Paulo.
 
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Itapecerica da Serra é a primeira do Estado que comprou dois medidores de transmitância luminosa. Os aparelhos que aferem a transparência dos vidros com película devem estrear nas blitze de fim de ano da rodovia Régis Bittencourt.

Um dos acessórios mais vendidos desde 1995, as películas automotivas foram regulamentadas em 2007, mas só agora poderão ser devidamente fiscalizadas, ainda que de maneira tímida.

Em comunicado, porém, a PRF não confirma o local nem a data das blitze, argumentando que ainda finaliza a incorporação dos dois equipamentos ao órgão, que administra 62 mil quilômetros de estradas pelo país.

A tendência é que as fiscalizações se estendam também ao perímetro urbano.

Consultada, a Companhia de Policiamento de Trânsito de São Paulo diz que "estuda" a compra e a real eficiência do medidor, que custa R$ 8.500, nove vezes mais que um bafômetro.

Quem for flagrado guiando um carro com película mais escura do que o permitido (veja os limites no quadro ao lado) poderá receber multa grave (R$ 127,69 e cinco pontos) e ter o veículo retido até a retirada do filme ilegal.


VISIBILIDADE AFETADA

Para José Oka, supervisor de pesquisa do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária), os vidros escuros reduzem a percepção de obstáculos e de pedestres por parte do condutor, principalmente à noite (e com chuva).

Tanto que o Cesvi iniciará em 2011 um estudo para medir o impacto provocado pelas películas no trânsito.

Ainda assim, as novas tecnologias para o insulfilm aumentam a procura em lojas.

"Os mais modernos são os filmes antivandalismo [resistentes a pedradas] e os que filtram raios UV e infravermelhos, que reduzem a temperatura da cabine em até 9C", diz Elges Greco, da 3M. Eles custam de R$ 290 a R$ 1.000 (em todos os vidros, o do para-brisa é transparente) e variam com a marca.


Texto: Folhaoline.com.br


E de quê é composto o Material ( Insulfilm ) :

A Película de Controle Solar para vidros popularmente conhecida como Insulfilm é feita de película de poliéster coberta com uma fina camada de metal. Tão fina que é quase imperceptível ao olho humano. Isso significa que as películas são transparentes, quando aplicadas no vidro.

A camada de metal reflete os raios indesejáveis do sol, controlando calor e luz solar para satisfazer todos os ambientes, com os pigmentos adicionados à película. As películas de insulfilm protegem e embelezam, acentuando a beleza estética. O Insulfilm diferente do que muitos pensam não é apenas utilizado em veículos ele também pode ser utilizado em edifícios, fachadas, construções e até em residências.


terça-feira

Blindagem Automotiva :








O que é blindagem automotiva?

A blindagem de um veículo presta-se a oferecer proteção aos seus usuários contra agressões externas oriundas, principalmente, de armas de fogo.

Como deve ser feita uma blindagem?

Em se tratando de proteção de vidas humanas, o assunto é mais sério do que se imagina. Uma blindagem 100% eficiente deve oferecer proteção total ao habitáculo do veículo. Portanto, nunca se deve pensar numa blindagem parcial (somente de uma porta por exemplo) ou somente dos vidros.

Possuir um carro blindado no Brasil, o que durante muito tempo era um privilégio de milionários, tem se tornado cada vez mais acessível à classe média. O próprio aumento da frota de automóveis à prova de balas forçou a queda de custos e tornou o recurso mais próximo de outros setores da população. 

De acordo com a Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), o preço médio do serviço é de R$ 48.750 – valor que pode ser bem menor no mercado de usados, já que a desvalorização do produto é maior do que a do próprio carro. Como mais de trinta empresas atuam no segmento no país, especialistas alertam os consumidores sobre quais cuidados tomar antes de adquirir o serviço ou de comprar um carro blindado usado.






Quais são os materiais utilizados?

Parte Opaca: AutoBlindagem, baseada em conceitos internacionais de proteção e qualidade, utiliza somente materiais nobres como aço balístico inoxidável e mantas de Twaron prensadas em várIas camadas, de acordo com o local onde serão aplicadas.

Parte Transparente: os vidros são provenientes de fornecedores aprovados (nacionais ou importados) cujo padrão de qualidade e distorção ótica obedeçam a rigorosos critérios adotados pela Truffi Blindados, bem como a normas internacionais. Todo os vidros utilizados são compostos com policarbonato (com camada interna anti-estilhaço)







 
Qual o nível de blindagem mais utilizado?

A truffi Blindados, oferece nível de proteção de acordo com a classificação balística sobre testes com armas de fogo curtas (revólveres pistolas e submetralhadoras) e longas (rifles e fuzis). No Brasil, o mercado de blindagem automobilística está concentrado no nível de proteção que chamamos de Anti-Assalto. Dentro desse conceito, a Truffi Blindados oferece basicamente dois tipos de blindagem: nível IIIA ou NIJ III.

Quais são as diferenças entre os níveis IIIA e III ?

Nível IIIA: obedece às norma americanas(NIJ).Oferece proteção aos calibres de armas de fogo: .22, .22LR, .32, .38, .38+P, 9mm, .357 magnum,44 magnum.

Materiais utilizadas: aço inox espessura 3,5 mm., mantas de twaron e vidros balísticos espessura 17mm e 21mm

Este nível de blindagem presta-se a veículos de porte e motorização menores, como o VW Golf, Audi A3, Renault Scenic, GM Vectra, BMW 323 entre outros.



Nível III: Obedece às normas americanas (NIJ). Oferece proteção aos calibres de armas de fogo 5,56x 45 / 7,62 x 39mm / 7,62 x 51mm / .30

Materiais utilizados: aço balístico – Secure 500,mantas de twaron e vidros balísticos espessura 39 e 45 mm.

Obs.: Este nível de blindagem presta-se a veículos de maior porte e potência,camionetes e Pick ups, entre outros.





Quanto pesa uma blindagem? É verdade que faz muita diferença no desempenho do carro?

Não, principalmente se levado em conta que não se costumam blindar automóveis pouco potentes, os famosos 1.0, por exemplo. De fato, não é recomendável blindar um veículo de potência inferior a 90 cavalos. Uma blindagem pesa em média 200 kg, o que o peso de três homens adultos supera tranqüilamente. As blindagens mais leves aplicadas a sedãs médios pesam em torno de 170 kg.
O menor veículo que se pode blindar hoje no Brasil é uma picape pequena, como a Fiat Strada. Nesse caso, o peso ficará em cerca de 110 kg. Em relação a preço, uma blindagem de primeira linha em um carro médio custa R$ 56 mil. Se a blindadora cobrar menos de R$ 48 mil, alguma coisa está errada. Pode ser a proteção ou mesmo a documentação. Afinal, ninguém faz milagres.

Carros mais blindados

2º Honda Accord
Peso: 1.440 kg
Após blindagem: 1.620 kg
Diferença: 180 kg
1º Toyota Corolla
Peso: 1.260 kg
Após blindagem: 1.420 kg
Diferença: 160 kg
    
   













3º Hyundai Santa Fé
Peso : 1.823 kg
Após blindagem: 2.013 kg
Diferença: 190 kg
4º Mitsubishi Pajero Full
Peso: 2.190 kg
Após blindagem: 2.280 kg
Diferença: 190 kg

                                                                   

5º Mitsubishi Outlander
Peso: 1.635 kg
Após blindagem: 1.815 kg
Diferença: 180 kg
6º Volkswgen Golf
Peso: 1.440 kg
Após blindagem: 1.620 kg
Diferença: 160 kg

















É melhor blindar um carro novo, um usado ou já adquirir um veículo blindado?

A resposta depende da condição econômica. Quem estiver se apertando demais para adquirir um blindado, deve pesquisar no mercado de seminovos, pois há excelentes opções, com relação custo-benefício bastante interessante. Essa situação só é complicada para quem faz questão de andar em um zero-quilômetro. A maior diferença entre a blindagem feita hoje e a de cinco anos atrás está no peso, que ficou 50% menor nos últimos tempos.



Quanto tempo demora um processo de blindagem?

De 20 a 35 dias úteis. Caso queira ver seu automóvel sendo blindado, o ideal é visitar a blindadora exatamente na metade do processo.


Como identifico uma blindagem bem-feita?

Para começar, não deixe para examiná-la ao final do processo. O que não faltam no mercado são casos em que o acabamento é perfeito, mas com blindagem que deixa muito a desejar. Bons acabamentos podem camuflar blindagens ruins. Pode parecer estranho ver seu carro todo desmontado. Mas vai valer a pena e lhe proporcionará maior segurança.

A blindagem é processo artesanal. Por mais tecnologia que seja empregada nas mantas de proteção, painéis de aço e vidros especiais, exige-se a perícia de um artesão, com o perfeito encaixe entre os materiais utilizados. Um serviço executado por quem não detém o conceito de execução e supervisão constante na linha de produção, faz com que o emprego de todos os materiais de alta qualidade seja desperdiçado.

O propósito da blindagem é o de assegurar a proteção prevista nas normas técnicas, preservando as características do veículo. De um lado, basta que a vulnerabilidade tenha o diâmetro de um projétil para que a proteção deixe de existir. De outro, é preciso assegurar o mesmo grau de conforto e acabamento do veículo original. O segundo lado da questão pode ser aferido pelo proprietário, através da sua própria percepção, de informações de amigos e das garantias e assistências oferecidas.

O primeiro, o da confiabilidade quanto ao nível de proteção assegurado, pode requerer o auxílio de profissionais de segurança com conhecimento de blindagem.

 Lembre-se de que o tamanho da empresa não é sinônimo de qualidade. Muitas empresas grandes têm problemas seríssimos quanto ao nível de proteção do habitáculo (bem como as empresas de fundo de quintal). Nome, realmente, transmite credibilidade. Porém ser o maior não significa ser o melhor. Por isso, é preciso prestar atenção! Já vi muitos consumidores iludidos e enganados por falsos testemunhos e processos mal gerenciados.






Um automóvel blindado fica mais ou menos seguro em caso de colisão?

Em tese, fica mais seguro. Mas não existem testes conclusivos para validar essa hipótese. A segurança maior é proporcionada pela preservação das regiões de deformação do veículo (o que uma boa blindagem mantém) e pelo reforço no cockpit. A Concept tem alguns procedimentos importantes no tocante à segurança. A empresa não realiza, por exemplo, blindagens em veículos que não sejam equipados com airbag.





 
Saber usar um carro blindado: 

É importantíssimo saber como usar um veículo blindado, não só em caso de emergência (direção evasiva e defensiva), como também em sua manutenção e limpeza. Para que o usuário possa extrair o máximo do produto, sem sofrer com manutenção desnecessária.
Grau de proteção

Lembre-se que a possibilidade de estar preso em um congestionamento é muito grande. As normas internacionais são claras: tiros em um mesmo local podem transfixar. Assim, quanto maior for à espessura do vidro maior é o grau de proteção. É muito importante que o veículo esteja sempre em movimento para que não haja reincidência de tiros nos pontos já alvejados. É impossível saber que tipo de armamento e munição os meliantes estarão utilizando. Assim, é indicado contar com o grau de proteção maior, devido ao crescente nível de armamento.

O uso correto de carro blindado com toda certeza pode salvar vidas :



Um caso real, muito difundido nos meios de comunicação, foi o da tentativa de seqüestro dos filhos do empresário Paulo Leman. Houve vários tiros concentrados, pois o veículo ficou completamente parado na abordagem dos meliantes. O nível de proteção era NIJ II, que ao ser alvejado com tiros concentrados no mesmo local, transfixou e atingiu o motorista no braço. O tiro poderia ter sido fatal e de nada adiantaria a proteção. O motorista deveria ter-se evadido do local antes dos disparos dos tiros concentrados. Exemplificando outra situação, notoriamente divulgada foi a do prefeito da cidade de Santo André. O mau uso do veículo blindado ficou evidente. Se tomadas as devidas precauções, o prefeito estaria vivo, uma vez que o veículo era bem protegido para a proporção do crime. Com o aumento constante das abordagens cotidianas, para roubos, furtos e seqüestros, é de suma importância que os usuários saibam até que nível de armamento seu carro suporta, bem como, terem noção de direção evasiva e defensiva. Vale frisar que mais de 80% dos crimes ocorrem porque as vítimas estão desatentas ou distraídas. A ocasião faz o ladrão!
 
Falsa Blindagem :
 





Cada vez mais, a população busca proteção contra a crescente onda de violência, porém na hora da escolher a empresa para contratar qualquer serviço de proteção tome muito cuidado, pois muitas empresas estão vendendo serviços de proteção que não funcionam, como o de blindagem em carros que não são a prova de balas.
O mercado de blindagem cresce na mesma proporção que a violência, e abre espaço para aproveitadores. Blindar custa entorno de R$ 46 mil a R$ 56 mil, depende do modelo do carro.
O processo de blindagem é feito de forma artesanal, toda a parte interna é revestida com uma manta feita do mesmo material dos coletes a prova de bala, já as colunas do carro são forradas com chapas de aço mais resistente.
Mas muitas empresas não estão blindando os carros com material correto, deixando-os assim vulneráveis.
Uma boa dica é verificar se a blindagem é certificada pelo Exército Brasileiro, caso contrário, a empresa é clandestina. Os militares fiscalizam constantemente as empresas para detectar e punir esse tipo de fraude.
Normalmente são 3 tipos de fraudes:
1ª - Uma película é colocada nos vidros dos carros e promete proteger contra armas de fogo, mas quando é atingida por uma bala de calibre 38 ela quebra.
2ª - Ao invés de aço reforçado na lataria, as oficinas que fazem serviço clandestino usam cintos de segurança.
3ª - Aproveitam retalhos das mantas do colete à prova de bala.
É inacreditável que fraudam até a blindagem dos carros, deixando pessoas correndo risco de vida, mas já que acontece, previna-se!

 Documentos obrigatórios : 





Para blindar seu carro, é necessário apresentar RG, CPF, comprovante de residência, CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo), certidões negativas criminais da Justiça Federal, Estadual e Militar dos últimos cinco anos e Atestado de Antecedentes Criminais.

Se o carro for de empresa, será preciso apresentar CNPJ e Certidão de Antecedentes dos distribuidores da Justiça Federal, Estadual e Militar de cada um dos sócios administradores ou gerentes. Autorizada a blindagem, é feito o cadastramento no sistema de controle do Exército.
 
A DFPC (Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados), então, repassa os dados cadastrais ao Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), em Brasília, que faz o registro junto aos órgãos estaduais de trânsito.





Para durar mais :

Nunca feche a porta com a janela aberta, pois há o risco de o vidro trincar.

Não deixe as portas aberta mais do que o tempo necessário para entrar ou sair. O excesso de peso pode desalinhá-las.

Nunca ande com o vidro aberto em estrada de terra. A trepidação pode rachá-lo.

Use apenas uma flanela, água e sabãoneutro para limpar a parte de dentro dos vidros. A película interna pode se riscar ou se soltar com produtos abrasivos ou solventes. Também tome cuidado com anéis ou crianças com brinquedos.

Fuja da travessia de ruas alagadas. Se o carro ficar preso na água, a manta balística pode ser afetada pela umidade, o que reduz seu poder de proteção.